Depois de anos falando de negócios, a certeza só aumenta: as mulheres mudaram o jogo

Dia Internacional da Mulher

Durante muitos anos conversando com empresários, executivos e decisões que movem o ambiente corporativo brasileiro, acompanhei uma transformação incrível e necessária, que hoje se tornou impossível de ignorar. Cada vez mais mulheres ocupam posições de liderança e participam das decisões estratégicas que influenciam empresas, setores inteiros e a própria economia. O Dia Internacional da Mulher ajuda a lembrar que essa mudança não aconteceu de forma repentina. Ela foi construída ao longo de décadas, com luta, preparo, persistência e a capacidade de muitas profissionais de se afirmar em ambientes historicamente dominados por homens. Hoje, mulheres lideram startups, comandam ecossistemas, dirigem grandes operações e participam de decisões que movimentam bilhões de reais. Mais do que ocupar cargos, elas ajudam a transformar a forma de liderar, trazendo novas perspectivas para gestão, estratégia e construção de equipes. Ao longo da minha trajetória como jornalista, um ponto sempre me chamou atenção: muitas dessas histórias simplesmente não apareciam na imprensa. Mulheres comandavam empresas relevantes, lideravam projetos enormes e conduziam decisões estratégicas, mas raramente eram convidadas a falar publicamente sobre negócios, crescimento ou inovação. Isso começa a mudar. E essa mudança é importante. Quando executivas, cientistas, empresárias passam a ocupar também o espaço público do debate econômico, algo significativo acontece. Elas deixam de ser exceção e passam a se tornar referência para outras profissionais e para novas gerações. É com esse olhar que passo a assumir também a editoria de empoderamento feminino na Gazeta Mercantil. A proposta é ampliar a visibilidade de lideranças de mulheres que influenciam setores inteiros da economia brasileira, muitas vezes longe dos holofotes, mas com impacto verdadeiro na forma como negócios são construídos e conduzidos. Dar visibilidade a essas trajetórias não é apenas reconhecer conquistas individuais. É ampliar repertório, fortalecer referências e contribuir para um ambiente empresarial mais representativo e diverso. A data, portanto, é muito mais do que simbólica. Ele marca um momento em que a presença feminina deixa de ser tratada como exceção e passa a ser reconhecida como parte essencial das decisões que movem empresas, setores e a própria economia. Dar visibilidade a essas trajetórias não é apenas reconhecer conquistas individuais. É ampliar repertório, fortalecer referências e contribuir para um ambiente mais representativo. Exemplos surgem em diferentes áreas, da liderança empresarial à pesquisa científica. A médica e pesquisadora Tatiana Sampaio, que descobriu a cura para a tetraplegia, através da Polilaminina, é um desses casos que mostram como o protagonismo feminino avança na fronteira do conhecimento. Que orgulho dessa mulher brasileira, que nadou por tanto tempo sozinha em mar aberto, mas nunca desistiu. E está curando! Quem observa o mundo com atenção já percebeu: as mulheres não estão apenas chegando ao poder. Elas estão ajudando a redefinir como o poder é exercido.

O que aparece quando pesquisam sua marca pode definir o futuro da sua franquia

presença na imprensa

Estive aqui pensando num assunto e quero trazer uma atenção especial a ele. Quem já parou para pensar no seguinte: antes de confirmar uma reserva em um restaurante, aceitar uma corrida por aplicativo ou decidir onde investir seu dinheiro, todos fazem algo que se tornou praticamente automático no ambiente digital: pesquisam. Avaliações, comentários, notícias, menções em redes sociais e referências em veículos de comunicação passaram a funcionar como um termômetro de confiança. Esse comportamento, já consolidado em decisões do cotidiano, também se repete quando alguém avalia entrar para uma rede de franquias. O potencial franqueado raramente inicia sua jornada pelo primeiro contato com a marca. Antes disso, ele observa. Procura entender quem está por trás do negócio, como a empresa aparece na imprensa, quais histórias estão associadas àquela marca e de que forma o mercado fala sobre ela. Muitas vezes, essa investigação começa de maneira discreta e acontece antes mesmo de um formulário ser preenchido ou de uma mensagem ser enviada. Nesse cenário, o que aparece quando alguém pesquisa seu nome pode influenciar diretamente a continuidade da conversa. Uma presença consistente em veículos jornalísticos, com análises positivas e conteúdos que demonstram solidez do modelo de negócio ajudam a reduzir incertezas naturais de quem está prestes a assumir um compromisso financeiro e profissional relevante. Às vezes, é o investimento de uma vida toda. Adquirir uma franquia não é uma decisão impulsiva. Trata-se, na maioria dos casos, de um projeto de vida. O candidato analisa o histórico da empresa, observa a trajetória de crescimento da rede, procura entender quem são os executivos à frente da operação e quais valores orientam aquela organização. Cada informação encontrada compõe um mosaico de percepção que, aos poucos, constrói confiança ou gera dúvidas. Nesse contexto, a validação externa ganha um papel fundamental. Quando uma empresa aparece em reportagens, análises de mercado ou entrevistas com seus fundadores, ela passa a ser percebida sob um olhar mais amplo. Não se trata apenas da narrativa institucional da própria marca, mas de um reconhecimento que vem de fora. Esse tipo de exposição funciona como uma espécie de filtro que reforça credibilidade. O jornalismo exerce uma função importante nesse processo. Ao contextualizar histórias de crescimento, desafios do setor e tendências de mercado, os veículos de comunicação ajudam o público a compreender melhor quem são as empresas que atuam naquele segmento. Para quem está avaliando um investimento, esse tipo de informação costuma ter peso significativo. Também existe um aspecto psicológico relevante. Em momentos de decisão, as pessoas buscam sinais que indicam segurança. Quando encontram relatos consistentes, presença editorial frequente e referências positivas no mercado, a percepção de risco tende a diminuir. Isso não elimina a necessidade de análise financeira ou jurídica, mas contribui para criar um ambiente de maior confiança no início do relacionamento. No universo das franquias, onde a reputação da marca é um dos principais ativos do negócio, esse fator se torna ainda mais relevante. Uma rede que constrói presença qualificada na imprensa e mantém uma narrativa transparente sobre sua trajetória cria condições mais favoráveis para atrair empreendedores alinhados com sua proposta. Por outro lado, a ausência de informações ou a presença de conteúdos negativos pode acender alertas. O silêncio digital pode gerar desconfiança. Em um ambiente onde a informação circula com rapidez e onde as decisões são cada vez mais orientadas por pesquisa prévia, não ser encontrado também comunica algo. Por isso, a construção de reputação pública deixou de ser apenas uma questão de visibilidade e passou a integrar a estratégia de crescimento das empresas. Para redes de franquias, esse movimento tem impacto direto na qualidade dos leads que chegam até a marca. Quando o potencial franqueado já chega ao primeiro contato com uma percepção positiva construída a partir de fontes externas, o diálogo começa em um patamar mais avançado. A pesquisa, que já orienta tantas escolhas diárias, também se tornou uma etapa decisiva na jornada de quem pretende empreender. E, nesse processo, cada notícia, cada menção e cada referência pública contribuem para formar a imagem que o mercado enxerga. No final, antes mesmo da primeira reunião, muitas decisões já começaram a ser tomadas silenciosamente na tela de um celular ou de um computador. É ali que a reputação da marca começa a falar por ela. Leia Também: Reputação Como Diferencial Competitivo Em Tempos de Incerteza Econômica

Presença na mídia: por que sua marca não pode esperar após o Carnaval

presença na mídia

O mercado já retomou o ritmo. E a sua empresa? No Brasil, é costume dizer que o ano começa depois do Carnaval. Embora essa expressão tenha um tom culturalmente leve, o mercado é dinâmico para tomar decisões. Empresas retomam planejamentos estratégicos, investidores analisam movimentos com mais atenção e os veículos de comunicação estruturam as pautas que irão dominar os próximos meses. Nesse contexto, adiar a presença na mídia pode significar perder espaço justamente quando a disputa por atenção se intensifica. Se o ano começa agora, o posicionamento também precisa começar. A visibilidade não pode ser improvisada, nem construída apenas quando surge uma necessidade urgente. Ao contrário, ela precisa ser planejada, alinhada aos objetivos de crescimento e sustentada por um planejamento claro de comunicação. Por que a presença na mídia deve ser prioridade no início do ano Quando as empresas elaboram seus planos anuais, é comum priorizarem metas comerciais, expansão de mercado e campanhas promocionais. No entanto, sem uma presença na mídia consistente, essas iniciativas enfrentam um obstáculo silencioso: a falta de autoridade pública. A presença editorial não é apenas exposição, pois também funciona como validação externa. Quando uma marca aparece em reportagens, entrevistas ou análises especializadas, ela deixa de depender exclusivamente de publicidade paga e passa a ocupar espaço de credibilidade. Além disso, o primeiro trimestre costuma definir o ritmo do restante do ano. Portanto, iniciar esse ciclo de forma estruturada na comunicação aumenta as chances de: Portanto, esperar para estruturar a comunicação pode significar permitir que concorrentes ocupem o espaço antes. O risco de começar o ano invisível Além disso, é importante compreender que a imprensa trabalha com antecedência. Pautas são organizadas semanas ou meses antes da publicação. Isso significa que, se a empresa deseja aparecer ao longo do ano, precisa iniciar o relacionamento agora. Presença na mídia e construção de reputação Embora campanhas promocionais tragam resultados pontuais, é a reputação que sustenta crescimento de longo prazo. Nesse sentido, a presença na mídia atua como pilar de estabilidade, especialmente para empresas que desejam expandir operações ou lançar novos projetos ao longo do ano. Quando a marca aparece de forma consistente e estratégica, ela fortalece: No entanto, é importante destacar que presença não é volume de publicações. Trata-se de qualidade, coerência e alinhamento com objetivos estratégicos. Por que não esperar? Muitas empresas acreditam que podem estruturar a presença na mídia apenas quando houver um lançamento relevante ou uma situação de crise. Entretanto, essa abordagem reativa costuma resultar em exposição fragmentada e pouco articulada. Ao iniciar a construção de presença agora, a empresa acompanha o ritmo do mercado desde o início do ano. Assim, em vez de correr atrás de oportunidades, ela passa a criar suas próprias pautas e consolidar espaço de forma consistente. Quem aparece primeiro ocupa espaço primeiro. Quanto antes a empresa inicia esse processo, mais sólida será a posição construída. Presença consistente gera reconhecimento. Reconhecimento gera confiança. E confiança sustenta negócios. 👉 Se você quer fortalecer sua presença na mídia e ocupar espaço estratégico no seu setor, o momento de começar é agora. 🔗Leia Também: O que é Assessoria de Imprensa e por que sua empresa precisa dela?

Tecnologia Muda O Como E Estratégia Define O Porquê Da Assessoria de Imprensa

assessoria de imprensa estratégca

O futuro da assessoria de imprensa não é tecnológico. É estratégico. A tecnologia acelera processos, organiza informações e amplia possibilidades, mas não substitui critério, leitura de contexto e responsabilidade na construção de reputação. Em comunicação, ferramenta não é direção. Direção é enxergar longe. Nos últimos anos, a inteligência artificial passou a ocupar espaço no debate sobre o futuro do trabalho, inclusive no campo da comunicação. Muitos passaram a anunciar o fim da assessoria de imprensa como se a automação fosse capaz de substituir relacionamento, curadoria de informação e entendimento profundo da dinâmica editorial. Esse raciocínio ignora o que sustenta a autoridade de uma marca no longo prazo: a confiança. Ferramentas podem sugerir pautas, organizar bases de dados e acelerar rotinas. Mas não constroem vínculo com jornalistas, não interpretam o momento político, econômico e social de uma empresa e não assumem responsabilidade pelo impacto de uma informação publicada. A comunicação que sustenta marcas não nasce do volume de envios, mas da qualidade das relações e da coerência das mensagens. O papel da assessoria de imprensa amadureceu. Em um ambiente de excesso de informação, o valor não está em produzir mais conteúdo, mas em produzir sentido. Empresas que entendem isso deixam de tratar a imprensa como canal de divulgação e passam a enxergá-la como parte da construção de reputação. A assessoria deixa de ser operacional e se torna estratégica. IA não cria reputação. Quem cria o renome é a forma como a empresa se posiciona, reage a contextos sensíveis, constrói discurso e se relaciona com a sociedade. A tecnologia pode apoiar esse processo, mas não pode conduzi-lo. Quando a comunicação se submete à ferramenta, perde direção. Quando a ferramenta serve à estratégia, a comunicação ganha consistência. Outro equívoco comum é confundir velocidade com relevância. A capacidade de publicar rápido não garante impacto positivo. Em muitos casos, acelera erros. Comunicação responsável exige tempo de análise, alinhamento de discurso e compreensão do efeito que uma informação terá sobre públicos distintos. Em um cenário de alta exposição e baixa tolerância a ruídos, errar rápido custa caro. Empresas em expansão, especialmente redes de franquias, sentem isso de forma ainda mais intensa. Quanto maior a visibilidade, maior a necessidade de coerência. A assessoria de imprensa passa a ser um eixo de sustentação da marca, não um serviço acessório. É ela que ajuda a organizar discurso, posicionar porta-vozes e garantir que a narrativa institucional acompanhe o crescimento do negócio. O futuro da assessoria de imprensa já começou. Ele não é sobre substituir pessoas por sistemas, mas sobre elevar o nível da comunicação. O profissional de imprensa deixa de ser apenas um intermediário de pautas e passa a ser um guardião de reputação. Em um ambiente de transformação a cada segundo, esse papel se torna ainda mais relevante. Tecnologia muda o como. Estratégia define o porquê. E reputação continua sendo construída por pessoas. 👉Leia Também: Por que a Assessoria de Imprensa continua estratégica em um mundo de IA