Assessoria de imprensa para franquias: como escolher a assessoria certa

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assessoria de imprensa para franquias

Sua franquia está pensando em contratar uma assessoria de imprensa?

Antes de comparar propostas, é importante entender o que uma assessoria realmente faz, o que diferencia uma empresa especializada em franquias e quais perguntas você deve fazer antes de contratar.

No franchising, a comunicação tem uma particularidade: a marca não conversa apenas com consumidores. Ela também precisa construir relacionamento com franqueados, potenciais franqueados, parceiros, investidores, jornalistas e o próprio mercado.

Por isso, escolher uma assessoria de imprensa não deveria começar pelo preço.

Deveria começar pelo conhecimento.

E, principalmente, pela capacidade de entender o que pode transformar uma franquia em uma história relevante para a imprensa.


O que é assessoria de imprensa para franquias?

Assessoria de imprensa é um trabalho de comunicação voltado à construção de relacionamento entre uma organização, seus porta-vozes e os veículos de comunicação.

No caso das franquias, esse trabalho precisa considerar as características específicas do franchising e encontrar, dentro da operação da rede, informações que possam ter relevância jornalística.

Na prática, isso envolve:

  • Conhecer profundamente a empresa e seu mercado;
  • Identificar assuntos com potencial de pauta;
  • Desenvolver sugestões para jornalistas;
  • Encontrar os veículos adequados para cada assunto;
  • Preparar e posicionar porta-vozes;
  • Acompanhar entrevistas;
  • Manter relacionamento com jornalistas;
  • Monitorar as publicações;
  • Analisar a presença conquistada.

O trabalho, portanto, não começa com um release.

Começa entendendo o negócio.

Uma boa assessoria precisa saber perguntar, investigar e encontrar aquilo que existe dentro da empresa e que pode interessar ao público de um determinado veículo.


O que torna uma assessoria especializada em franquias diferente?

Uma rede de franquias possui uma dinâmica diferente de uma empresa que opera apenas com unidades próprias.

Existe o franqueador.

Existem os franqueados.

Existe uma marca que precisa ser fortalecida em toda a rede.

Existe expansão.

Existem diferentes mercados regionais.

Existem histórias de empreendedores.

Existem dados de crescimento.

Existem tendências do setor.

E existe um potencial franqueado avaliando se aquela marca merece sua confiança.

Por isso, a experiência com franchising faz diferença.

Uma assessoria que conhece o setor consegue enxergar oportunidades de pauta que podem passar despercebidas por quem não conhece a dinâmica das franquias.

A experiência da Lucky

Na Lucky, essa especialização não começou agora.

São mais de 20 anos de atuação especializada em franquias, dentro de uma trajetória de mais de 30 anos de experiência em imprensa.


O que uma franquia deve avaliar antes de contratar uma assessoria de imprensa?

Essa talvez seja a pergunta mais importante deste guia.

Antes de escolher uma agência, o gestor deve avaliar alguns pontos.

1. Experiência real com franquias

Não basta a agência dizer que atende franquias.

Pergunte:

  • Há quanto tempo trabalha com franchising?
  • Conhece diferentes segmentos?
  • Tem cases que possam ser apresentados?

2. Conhecimento jornalístico

Assessoria de imprensa não é simplesmente divulgação.

É preciso compreender como funciona uma redação, o que interessa ao jornalista e por que determinada informação pode ser relevante para determinado veículo.

3. Capacidade de encontrar pautas

Uma franquia não precisa necessariamente ter uma grande novidade todos os dias.

O trabalho estratégico está justamente em encontrar diferentes ângulos dentro do negócio.

4. Relacionamento com a imprensa

Relacionamento não significa garantir publicação.

Significa conhecer jornalistas, veículos, editorias e interesses e saber quando uma pauta faz sentido para cada contato.

5. Cases comprováveis

Peça exemplos.

Veja onde os clientes apareceram.

Observe a qualidade dos veículos.

Analise quais assuntos foram trabalhados.

E, principalmente, procure entender qual estratégia estava por trás das publicações.

6. Transparência

Uma assessoria séria não deveria prometer quantidade garantida de matérias.

Jornalismo possui autonomia editorial.

O papel da assessoria é desenvolver pautas relevantes, trabalhar relacionamentos e aumentar as oportunidades de exposição qualificada.

7. Capacidade de posicionar porta-vozes

Uma boa assessoria não trabalha apenas a marca.

Também pode transformar executivos, fundadores e especialistas em fontes relevantes para jornalistas.

Esse patrimônio permanece com a empresa mesmo depois de uma determinada pauta terminar.


Como saber se uma pauta tem potencial jornalístico?

Antes de pensar em veículo, existe uma pergunta mais importante:

Por que alguém deveria querer ler isso?

Uma boa pauta normalmente possui algum elemento de interesse jornalístico.

Pode ser:

  • Novidade: quando algo está acontecendo;
  • Relevância: quando o assunto impacta pessoas ou mercados;
  • Dados: quando existem números capazes de mostrar um movimento;
  • Tendência: quando a empresa consegue representar uma mudança de comportamento;
  • Personagem: quando existe uma história humana interessante;
  • Especialista: quando o porta-voz possui conhecimento relevante;
  • Contexto: quando a empresa ajuda a explicar um acontecimento maior;
  • Timing: quando o assunto está relacionado a algo que está acontecendo naquele momento.

É essa análise que transforma informação empresarial em possibilidade de pauta.


O que pode virar notícia dentro de uma franquia?

Muito mais coisas do que uma inauguração.

Uma rede pode ter assuntos jornalísticos relacionados a diferentes aspectos do negócio.

Expansão

Novas unidades, novas cidades, entrada em mercados e internacionalização.

Negócios

Crescimento, investimentos, faturamento, projeções e movimentações relevantes.

Inovação

Novos modelos, tecnologia, produtos, serviços e processos.

Comportamento

Mudanças no consumidor, novos hábitos e tendências.

Franqueados

Histórias de empreendedores, expansão de unidades, sucessão familiar, mudança de carreira e experiências relevantes.

Liderança

CEO, fundador ou especialistas falando sobre temas relacionados ao segmento.

Dados

Pesquisas próprias, levantamentos e informações que ajudam a explicar o mercado.

Mercado

Mudanças no setor, oportunidades, desafios e tendências.

O ponto não é transformar tudo em notícia.

É identificar o que realmente merece ser contado.


Como a presença na imprensa participa da jornada do futuro franqueado?

A decisão de investir em uma franquia não começa necessariamente quando o candidato preenche um formulário.

Muitas vezes começa muito antes.

Ele pode:

  • Pesquisar o nome da rede;
  • Procurar o fundador;
  • Buscar notícias;
  • Comparar concorrentes;
  • Verificar como a empresa aparece no mercado;
  • Procurar informações sobre crescimento, expansão e reputação.

Nesse momento, existe uma diferença importante entre aquilo que a própria marca diz sobre si mesma e aquilo que aparece em fontes externas.

É aí que a presença qualificada na imprensa pode contribuir para a percepção da marca.

Isso não significa que uma matéria garanta um novo franqueado.

Não garante.

A decisão depende de diversos fatores, como modelo de negócio, investimento, mercado, perfil do candidato, resultados, condições comerciais e relacionamento com a franqueadora.

Mas uma marca reconhecida e contextualizada por veículos relevantes pode chegar a essa conversa comercial com um patrimônio de reputação diferente.

E essa é uma das razões pelas quais imprensa e expansão podem trabalhar juntas.

Leia também: [O que o mercado encontra quando pesquisa sua franquia?]


Quanto custa uma assessoria de imprensa para franquias?

Não existe um valor único.

O investimento pode variar de acordo com:

  • Tamanho da rede;
  • Objetivos da comunicação;
  • Abrangência regional ou nacional;
  • Quantidade de porta-vozes;
  • Complexidade do negócio;
  • Segmentos de atuação;
  • Volume de trabalho;
  • Estratégia definida;
  • Duração do projeto.

Por isso, comparar apenas mensalidades pode levar a uma decisão equivocada.

Duas propostas com preços semelhantes podem entregar estratégias completamente diferentes.

O melhor critério é entender o que será feito, por quem, com qual experiência e para alcançar qual objetivo.


Quanto tempo leva para uma franquia aparecer na imprensa?

Não existe prazo editorial universal.

Uma pauta relacionada a um acontecimento atual pode ter uma oportunidade rápida.

Uma estratégia de posicionamento de porta-voz pode exigir mais tempo.

Uma pauta baseada em dados pode depender da produção ou disponibilidade dessas informações.

E uma estratégia de reputação é necessariamente construída ao longo do tempo.

Por isso:

Assessoria de imprensa é construção, não botão de publicação.

O trabalho consistente tende a criar mais possibilidades do que uma ação isolada.


A assessoria de imprensa garante publicação?

Não.

E essa é uma pergunta que deve ser feita antes de qualquer contratação.

Jornalistas e veículos possuem autonomia editorial. Uma assessoria pode apresentar uma pauta, contextualizar uma história, disponibilizar informações e aproximar fontes e jornalistas, mas a decisão de publicar pertence ao veículo.

Desconfie de propostas que tratem matéria jornalística como espaço comprado ou prometam determinada quantidade de publicações editoriais como garantia.

Mídia espontânea não é mídia programática.


Marketing, publicidade e assessoria de imprensa são a mesma coisa?

Não.

São ferramentas diferentes e podem trabalhar juntas.

Marketing

Trabalha a comunicação e o relacionamento da marca com seus públicos dentro de uma estratégia mais ampla.

Publicidade

Compra espaço para transmitir uma mensagem sob condições previamente definidas.

Assessoria de imprensa

Trabalha para aproximar a marca, seus especialistas e suas histórias dos veículos e jornalistas quando existe relevância editorial.

Por isso, não se trata de escolher necessariamente marketing ou imprensa.

Uma estratégia madura pode utilizar diferentes ferramentas para diferentes objetivos.


Como escolher uma assessoria de imprensa especializada em franquias?

Antes de contratar, faça algumas perguntas:

  • A agência conhece realmente o franchising?
  • Há quanto tempo trabalha com franquias?
  • Quais veículos fazem parte de sua atuação?
  • Existem cases que possam ser analisados?
  • Quem será responsável pelo atendimento?
  • Como a agência identifica pautas?
  • Como trabalha os porta-vozes?
  • Como apresenta os resultados?
  • Como diferencia mídia espontânea de mídia paga?
  • A estratégia será construída para a minha rede ou será um modelo pronto?

Essas perguntas ajudam a separar uma proposta comercial de uma estratégia de comunicação.


Por que a experiência em franquias faz diferença para a Lucky?

Porque essa experiência foi construída ao longo do tempo.

A Lucky possui:

+30 anos de imprensa
+20 anos de assessoria especializada em franquias

E essa trajetória está diretamente ligada à sua fundadora, Luciene de Oliveira.

Jornalista, escritora e fundadora da Lucky, Luciene transformou sua experiência profissional também em conhecimento para o mercado.

Ela é autora de:

A Força da Imprensa no Crescimento das Franquias

Uma obra dedicada à relação entre imprensa, autoridade e crescimento no universo do franchising.


Vai contratar uma assessoria de imprensa para sua franquia?

Leia antes de contratar.

Antes de comparar propostas, entender o preço ou escolher uma agência, vale compreender o que uma assessoria de imprensa realmente pode fazer pela sua franquia e o que você deve esperar de um trabalho especializado.

A Força da Imprensa no Crescimento das Franquias

Luciene de Oliveira
Jornalista • Escritora • Fundadora da Lucky

[BAIXAR O LIVRO GRATUITAMENTE]https://a.co/d/06kFZPdE


Perguntas frequentes sobre assessoria de imprensa para franquias

Uma franquia pequena pode contratar uma assessoria de imprensa?

Sim. O tamanho da rede não determina sozinho se existe potencial para um trabalho de imprensa. O mais importante é identificar quais histórias, informações, especialistas ou movimentos da franquia possuem relevância para o público dos veículos escolhidos.

Uma franquia nova pode conseguir espaço na imprensa?

Pode. Uma empresa nova pode ter interesse jornalístico quando apresenta uma proposta relevante, representa uma tendência, possui dados, inovação, personagens ou uma história que tenha contexto para determinado veículo.

A assessoria pode trabalhar apenas uma região?

Sim. A estratégia pode ser regional, nacional ou combinada, dependendo dos objetivos da franqueadora e dos mercados que ela deseja trabalhar.

O franqueado pode ser entrevistado pela imprensa?

Sim. Franqueados podem ser excelentes personagens ou fontes quando possuem histórias, experiências ou conhecimentos relevantes para determinada pauta.

Uma rede pode ter mais de um porta-voz?

Pode e, em muitos casos, isso é estratégico. Diferentes executivos podem possuir conhecimentos específicos e atender diferentes temas e editorias.

É possível contratar assessoria para uma campanha específica?

Sim. Existem projetos com objetivos e períodos determinados, embora a construção contínua de relacionamento e reputação seja diferente de uma ação pontual.

A assessoria trabalha com imprensa regional e nacional?

Pode trabalhar com ambas. A escolha depende do objetivo da rede, do público, dos mercados prioritários e da relevância de cada pauta.

O que uma franquia precisa fornecer para começar o trabalho?

Informações sobre o negócio, histórico, dados, números disponíveis, diferenciais, calendário, porta-vozes, objetivos e acesso às pessoas que possam contribuir para a estratégia.

Uma franquia precisa ter novidades toda semana?

Não. O trabalho não deve depender apenas de novidades extraordinárias. Existem diferentes ângulos, tendências, dados, histórias e especialistas que podem gerar pautas ao longo do tempo.

A assessoria de imprensa substitui o marketing da franquia?

Não. São trabalhos diferentes e complementares. A assessoria pode integrar uma estratégia maior de comunicação e reputação da rede.

A assessoria de imprensa substitui o comercial da franqueadora?

Não. A assessoria trabalha comunicação e relacionamento com a imprensa. A conversão de candidatos em franqueados depende de todo o processo comercial e de expansão da rede.

Quanto tempo uma franquia deve permanecer com uma assessoria?

Não existe uma duração universal. A resposta depende dos objetivos. Projetos de posicionamento e reputação tendem a se beneficiar de continuidade, enquanto determinadas ações podem ter prazo definido.

Leia também:

🔍Quanto custa uma assessoria de imprensa para franquias?

🔍O que a imprensa realmente quer saber sobre sua franquia?

🔍 Como transformar o crescimento de uma franquia em notícia?

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Como posicionar o CEO de uma franquia na imprensa?

O posicionamento de CEO na imprensa pode transformar o principal executivo de uma franquia em uma fonte relevante de conhecimento, experiência e opinião para o mercado. O CEO pode ser muito mais do que o principal executivo da empresa. Ele pode se tornar a voz que representa o conhecimento, a visão e a experiência daquela marca diante do mercado. Mas isso não acontece simplesmente porque o executivo concede entrevistas ou aparece em matérias. Posicionamento de CEO na imprensa exige estratégia. É preciso definir quais assuntos fazem sentido para aquele executivo, quais conhecimentos ele realmente domina, quais conversas do mercado pode contribuir para explicar e como sua presença pública deve se relacionar com a marca. Para uma franquia, esse trabalho ganha uma dimensão ainda maior. O CEO não representa apenas uma empresa. Ele pode representar uma rede inteira, um segmento e uma visão sobre o franchising. O CEO precisa aparecer mais do que a marca? Não. Essa não deveria ser a pergunta. O objetivo não é fazer o executivo competir com a marca pela atenção. É fazer com que marca e liderança se fortaleçam mutuamente. A empresa constrói reconhecimento. O CEO acrescenta: Quando isso é bem trabalhado, a presença do executivo na imprensa deixa de ser apenas exposição pessoal e passa a contribuir para a autoridade da própria franquia. Por que posicionar o CEO de uma franquia na imprensa? Uma marca pode apresentar dados. Um executivo pode interpretá-los. Uma marca pode anunciar uma expansão. Um CEO pode explicar por que aquele mercado está crescendo. Uma empresa pode apresentar uma inovação. Seu principal executivo pode discutir o que está mudando no setor. Essa diferença é importante porque jornalistas frequentemente precisam de fontes capazes de contextualizar acontecimentos e tendências. O CEO, quando possui conhecimento e repertório para isso, pode ocupar esse espaço. E quanto mais consistente for sua atuação, maior pode ser a associação entre: executivo → conhecimento → segmento → marca. O que um CEO de franquia pode falar na imprensa? Um dos primeiros erros é pensar que o CEO precisa falar somente sobre a própria franquia. Um executivo pode contribuir para assuntos relacionados ao seu conhecimento. Mercado Movimentos, tendências e transformações do segmento. Consumo Mudanças no comportamento dos consumidores. Empreendedorismo Desafios e oportunidades para quem deseja empreender. Gestão Liderança, expansão, pessoas, produtividade e operação. Franchising Desafios e transformações do mercado de franquias. Expansão Movimentos de crescimento, interiorização e novos mercados. Inovação Tecnologias e mudanças que estão transformando o setor. Economia Impactos de mudanças econômicas sobre o negócio e o segmento. Entender o que realmente desperta interesse jornalístico é parte importante dessa estratégia. Veja também: http://O que a imprensa quer saber sobre sua franquia? O ponto central é: o CEO precisa ter algo relevante a acrescentar à conversa. Como escolher os assuntos para posicionar um CEO? Não basta escolher assuntos que tenham grande audiência. É preciso encontrar a interseção entre três elementos: O que o mercado está discutindo Quais assuntos estão gerando interesse? O que o CEO realmente conhece Qual é a experiência que sustenta sua opinião? O que a marca quer construir Que associação queremos fortalecer em torno daquele executivo e daquela franquia? Quando os três pontos se encontram, existe uma oportunidade de posicionamento. Por exemplo: Mercado: crescimento das franquias em cidades menores. Conhecimento do CEO: expansão da própria rede para o interior. Posicionamento desejado: especialista em expansão e desenvolvimento regional. A partir daí, o CEO não precisa falar apenas: “Nossa empresa abriu novas unidades.” Mas como transformar uma expansão em um assunto de interesse jornalístico? Entenda: http://Como transformar o crescimento de uma franquia em notícia? Pode contribuir para uma discussão maior: “O que está fazendo as franquias avançarem para cidades menores?” É uma mudança de papel. CEO e marca precisam ter o mesmo posicionamento? Precisam estar alinhados, mas não necessariamente dizer exatamente a mesma coisa. A marca possui seu posicionamento institucional. O CEO pode ter um território de autoridade próprio, relacionado à sua experiência. Por exemplo: Marca: especialista em determinado segmento. CEO: especialista em expansão, empreendedorismo e comportamento do consumidor naquele mercado. Assim, a comunicação não fica repetitiva. A marca fala sobre o que faz. O CEO ajuda a explicar o que está acontecendo no mercado. Como construir autoridade para um CEO na imprensa? Autoridade não nasce de uma única entrevista. Ela é construída pela consistência das associações. Se hoje o CEO fala sobre franquias, amanhã sobre gastronomia, depois sobre tecnologia e na semana seguinte sobre um assunto completamente diferente, torna-se mais difícil para o mercado entender qual é sua especialidade. Por isso, o posicionamento precisa ter foco. Para uma franquia, esse trabalho também envolve entender o investimento necessário para construir uma presença consistente na imprensa http://Quanto custa uma assessoria de imprensa para franquias É melhor que o mercado consiga responder: “Quando esse assunto aparece, eu sei quem pode falar sobre ele.” do que simplesmente: “Já vi esse executivo em várias matérias.” Quantidade de aparições e construção de autoridade não são a mesma coisa. O CEO deve falar sobre tudo o que a imprensa perguntar? Não. Estar disponível não significa aceitar qualquer assunto. O executivo precisa reconhecer seus limites. Uma entrevista pode ser uma excelente oportunidade de posicionamento ou pode associar o nome do CEO a um tema que não tem relação com sua experiência. Antes de aceitar uma oportunidade, vale avaliar: Nem toda exposição é necessariamente boa exposição. O que um CEO precisa ter para se tornar uma boa fonte? Não é necessário que o executivo seja um grande comunicador desde o primeiro dia. Mas ele precisa ter conhecimento e capacidade de contribuir. Alguns elementos fazem diferença: Repertório Conhecer profundamente seu mercado. Opinião Ter uma visão própria sobre os assuntos que domina. Dados Conhecer os números que sustentam suas análises. Clareza Conseguir explicar assuntos complexos de maneira simples. Agilidade Estar preparado para responder quando uma oportunidade aparece. Consistência Manter coerência entre diferentes entrevistas e momentos. Credibilidade Falar a partir de experiência real, sem exageros ou afirmações que não possam ser sustentadas. 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