Escrever é uma forma de permanecer

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Dia Nacional do Escritor e o poder da escrita

No próximo dia 25 de julho, o Brasil celebra o Dia Nacional do Escritor, uma data criada em 1960 para homenagear aqueles que transformam ideias, experiências e sentimentos em palavras capazes de atravessar o tempo.

Embora muitas vezes associada apenas à literatura, a escrita ocupa lugares muito diferentes na vida das pessoas. Ela informa, ensina, emociona, preserva memórias, constrói reputações e registra histórias que não podem ser esquecidas.

Ao longo da minha trajetória como jornalista e empresária da comunicação, descobri que escrever nunca foi apenas uma profissão. Tornou-se também uma forma de organizar o mundo e de deixar pequenas contribuições para ele.

Livros que nasceram de diferentes histórias

Essa jornada ganhou novos capítulos nos livros que publiquei nos últimos anos.

Em “A Chegada de um Irmão e um Monte de Confusão”, mergulhei no universo infantil para abordar sentimentos comuns e profundos que surgem com a chegada de um novo membro à família.

Em 2024, “A Incrível Viagem de Tambi pelas Águas do Sul” nasceu em meio a um dos momentos mais difíceis vividos pelo Rio Grande do Sul. A história buscou oferecer acolhimento às crianças diante de uma tragédia que marcou o país inteiro.

Dois anos depois veio “Quando o Amor Subiu com as Águas”, novamente inspirado pela capacidade humana de preservar vínculos, esperança e solidariedade mesmo quando tudo ao redor parece desmoronar.

Em um caminho completamente diferente, mas igualmente conectado ao poder das narrativas, surgiu “A Força da Imprensa no Crescimento das Franquias”, obra que discute como visibilidade, reputação e construção de autoridade influenciam diretamente a expansão dos negócios.

Escrever também é construir legado

À primeira vista, podem parecer livros que não conversam entre si. Mas existe um elemento comum em todos eles: a crença de que histórias têm a capacidade de aproximar pessoas, explicar realidades e provocar transformações.

Talvez seja exatamente isso que faz de alguém um escritor.

Não o gênero escolhido, o número de páginas publicadas ou o volume de exemplares vendidos.

Mas a decisão de registrar algo que merece continuar existindo mesmo depois que o autor fecha o computador, guarda o caderno ou apaga a luz do escritório.

Porque escrever é, no fundo, uma maneira poderosa de permanecer.

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